SOBRE A INSÔNIA SUBJETIVA

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A insônia é um distúrbio do sono que prejudica a capacidade de uma pessoa adormecer ou de permanecer dormindo durante toda a noite.
Independente da sua origem, compromete a qualidade de vida das pessoas, que já começam o dia se sentindo cansadas, sem energia, de mal humor, com sonolência excessiva e com baixa produtividade. O que se sabe, certamente, é que a insônia sempre acaba por afetar a saúde de um modo geral.
De acordo com a Associação Brasileira do Sono – ABS – 43% da população do país sofre com algum tipo de transtorno do sono. Muitos adultos apresentam insônia em algum momento da vida. Ela, ainda, pode ser um distúrbio secundário causado por outros motivos, como doença ou uso indevido de medicamentos.

A insônia e suas complicações

O dormir bem é tão importante quanto comer bem e fazer regularmente atividades físicas. A falta de sono prejudica e muito a sua saúde física e mental.

A nível psicológico:

Baixo raciocínio, reflexos alterados aumentando o risco de acidentes, quadro de depressão, desordens mentais (ansiedade, pânico, perda de memória), aumento do consumo de cigarro e álcool.

A nível físico:

Obesidade, baixa resistência do sistema imunológico, hipertensão, aumento dos riscos de doenças cardiovasculares e diabetes.
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Identificando os sintomas

Uma pessoa sofre de insônia quando, muitas vezes, leva 30 minutos ou mais para adormecer; dorme apenas seis horas ou menos por noite, pelo menos 3 noites por semana e por um período superior a três meses.

Alguns sintomas podem facilmente ser identificados, os principais são:

 

  • Dificuldade para adormecer;
  • Quando dorme, o sono é interrompido várias vezes por noite;
  • Despertar muito cedo;
  • Ter sono durante o dia;
  • Se sentir cansado após uma noite de sono;
  • Se sentir irritado, deprimido ou ansioso constantemente;
  • Desatenção aumentando o risco de acidentes;
  • Dificuldade em se concentrar, esquecer tarefas importante;
  • Dores de cabeça frequentes aliadas ao sono durante o dia;
  • Ficar preocupado se vai dormir ou não.

 

Você também pode se fazer as seguintes perguntas:

 

  • Quantas horas você costuma dormir por noite?
  • Você desperta facilmente durante a noite?
  • Você costuma alimentar-se em grandes quantidades antes de deitar?
  • Você faz uso excessivo de cafeína, nicotina ou álcool?
  • Você passou ou passa por momentos de grande estresse recentemente?
  • Quais são seus hábitos noturnos?
  • Você se sente cansado ou improdutivo durante o dia?
  • A falta de sono tem prejudicado seu desempenho em atividades diárias, no trabalho ou nos estudos?
  • Quando os sintomas começaram?
  • Você faz uso de algum medicamento? Qual?
  • Você já foi diagnosticado com alguma outra condição médica?
  • Você tomou alguma medida para aliviar os sintomas? E funcionou?
  • Você tem tido problemas para dormir?

A partir destas questões, você deve procurar um especialista para lhe auxiliar no possível diagnóstico e tratamento DA INSÔNIA.
Tenha em mente que as pessoas têm necessidades de sono diferentes.Tem gente que precisa apenas de 4 horas de sono por noite, outras só se sentem bem se dormirem de 10 a 11 horas. A grande maioria se satisfaz com 6 a 8 horas de sono diariamente.
É importante ressaltar, que caso você apresente os sintomas de insônia e que as suas atividades diárias estejam sendo afetadas por causa disto, é fundamental, que procure um especialista de confiança.
As especialidades médicas que podem ajudar no diagnóstico e no tratamento da insônia, são: Clínica médica, Neurologia, Medicina do sono, Psiquiatria.

Identificando as causas

EstresseAlguns acontecimentos e preocupações podem desencadear quadros de insônia, como trabalho, estudos, saúde ou família ou mesmo casos de morte ou doença em família, divórcio, desemprego, etc
AnsiedadeSe preocupar com a dificuldade que terá para dormir também pode levar à insônia. Quadros graves de transtorno de estresse pós-traumático também.
DepressãoUm quadro de depressão pode levar a uma pessoa a dormir demais ou mesmo não conseguir dormir. A insônia é comum em casos assim.
Casos médicos

A dor crônica, dificuldade em respirar, necessidade frequente de urinar podem levar à insônia. Veja alguns casos que podem ser associados à insônia:

Artrite, Câncer, Insuficiência cardíaca, Doença pulmonar, Doença do refluxo gastroesofágico, Distúrbios da tireoide, AVC, doença de Parkinson, Alzheimer

Mudança no ambiente ou horário de trabalhoQualquer alteração que provoque uma mudança no ritmo cardíaco e no relógio biológico, como viagens longas ou um simples alteração do horário de trabalho pode dificultar o início do sono.
Maus hábitos de sonoDormir em ambientes inapropriados e desconfortáveis, como em lugar muito iluminado, dormir em frente à televisão ligada ou dormir com a luz acesa, ou ainda dormir e acordar em horários diferentes todos os dias influenciam na qualidade do sono.
MedicaçõesO uso de medicamentos tanto pode afetar a qualidade como a quantidade do sono, como os antidepressivos, hipnóticos, anti-hipertensivos, antialérgicos, estimulantes e corticosteroides. Alguns medicamentos, que contenham cafeína e outras substâncias estimulantes podem desencadear quadros de insônia.
Cafeína, nicotina e álcoolCafé, chá, refrigerantes que contenham cafeína podem desencadear uma situação de insônia. Beber café à noite, por exemplo, pode dificultar o início do sono. A nicotina também pode causar insônia. O álcool ajuda a dormir mas impede os estágios mais profundos do sono e muitas vezes interrompe o sono no meio da noite.
Comer muito tardeComer em demasia à noite é fisicamente desconfortável e pode dificultar na hora de adormecer. Azia e refluxo também prejudicam o sono.
Idade

A insônia se torna mais comum com a idade, o relógio biológico muda, a pessoa vai dormir mais cedo à noite e acordar mais cedo. Ruídos no ambiente tornam o sono do idoso mais sensível.

Apneia do sono e a Síndrome das pernas inquietas também estão relacionados à idade e à insônia. Além disso, fazem maior uso de medicamentos.

Grupos de risco

Todas as pessoas correm o risco de apresentarem algum tipo de insônia em algum momento da vida. Mas alguns grupos de pessoas estas chances são maiores.

 

  • Pessoas do sexo feminino, mudanças hormonais durante a Gravidez, Menstruação e Menopausa.
  • Acima dos 60 anos de idade, alterações nos padrões de sono e a predisposição a problemas de saúde.
  • Pessoas com algum distúrbio de saúde mental, como depressão, ansiedade, transtorno bipolar e o transtorno de estresse pós-traumático.

 

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