Contra a Insônia

Tecnologia japonesa da Invel testada por cientistas relaxa os músculos e diminui o tempo necessário para começar a dormir

Mau humor, desânimo, falta de memória e dificuldade em emagrecer são alguns dos sintomas de quem sofre de distúrbios do sono. E noites mal dormidas têm se tornado um problema cada vez mais frequente na vida dos brasileiros. Estudo do Instituto de Pesquisa e Orientação da Mente (Ipom) com mais de 2 000 pessoas revelou que 69% da população não têm dificuldade para dormir.

Para ajudar no tratamento da insônia, a empresa brasileira Invel desenvolveu um colchonete anti-insônia que, quando colocado por cima do colchão tradicional e usado diariamente, ajuda os insones a dormir mais rapidamente sem diminuir o conforto. Isso é possível porque o Invel Recharge é feito com uma substância chamada biocerâmica MIG3 (mineral Inorgânico Goen3), um composto ativo irradiador de infravermelho que é incorporado às tramas dos tecidos. Essa luz é interpretada pelo corpo como calor, estimulando, no interior dos vasos sanguíneos, a produção de óxido nítrico, molécula que facilita a circulação. O efeito gera relaxamento muscular em todo o corpo. Com menos tensão e estímulos periféricos, o cérebro sai do modo de alerta, e o indivíduo dorme mais rápido.

O produto, que já foi aprovado pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA), mostrou-se efeito em um estudo do setor de doenças neuromusculares da Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP) em parceria com o Instituto do Sono de São Paulo. A pesquisa envolveu 56 pessoas com a síndrome pós-poliomielite, um reflexo tardio da paralisia infantil que resulta no aumento do número de despertares noturnos.

Os pesquisadores testaram o impacto do colchonete da Invel e de uma versão convencional durante um mês. Em média, o tempo para pegar no sono entre os voluntários caiu de 50 para 30 minutos, sem causar efeitos adversos.

“Se o produto demonstrasse eficácia e segurança nesse grupo especial, funcionaria também para indivíduos com transtornos e distúrbios do sono”, explica Roberta Simões, diretora técnico-científica da Invel.

O colchonete, disponível para todos os tamanhos de colchão, tem validade de dois anos e deve ser utilizado por 8 horas diárias, por, no mínimo, 3 dias, para que o paciente comece a usufruir os efeitos do tratamento. “Em termos práticos, ele reduz, em média, 52% o tempo gasto.

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Fonte: Revista Saúde é Vital 417