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Ponto de Vista

Para o neurologista Acary Bulle Oliveira mudar a atitude mental em relação à dor crônica ajuda muito na melhora do quadro

Punição, castigo. Geralmente, é desse jeito que as pessoas encaram a dor. Acontece que não é assim – ou, pelo menos, não se deve pensar sob esse ângulo. “A dor é como a luz amarela do sinal de trânsito, que se acende para avisar que é preciso ficar atento porque algo não vai bem com a saúde. Ela funciona como um aviso de que é preciso mudar de atitude”, explica o neurologista Acary Souza Bulle Oliveira da Escola Paulista de Medicina de Universidade Federal de São Paulo (Unifesp).Nesse sentido, diz ele, a dor tem muito a nos ensinar.

É claro que isso não quer dizer que a pessoa deve se conformar em sofrer. Ao contrário, precisa buscar ajuda especializada para fazer um tratamento. Na verdade, o que o médico propõe a seus pacientes é ir além, é fazer uma reflexão para mudar a postura mental em relação à dor crônica. Segundo ele, é importante entender que o corpo está dando alguns sinais e que eles precisam ser “entendidos” –segundo o médico, essa simples mudança de perspectiva pode contribuir bastante para a melhora geral. “Os orientais, por exemplo, têm uma incrível capacidade de desviar sua atenção da dor, de se concentrar em outras coisas. Com isso, é como se não sentissem dor, porque deixam de percebê-la”, diz o especialista.

Durante a consulta, o dr. Acary costuma conversar bastante com seus pacientes, mostrando para eles a importância de reconhecer que tudo tem dois lados, o positivo e o negativo. E com a dor não é diferente. “As palavras patologia e paixão, por exemplo, vêm do grego pathos, que quer dizer doença”, explica. Para nós, ocidentais, a paixão é vista como algo bom. Mas os gregos a encaravam como algo doentio, já que o indivíduo apaixonado vive em função do ser amado e pode sofrer com isso. “É por isso que sempre digo: o segredo é o equilíbrio, o meio termo”, finaliza.

Dr. Acary Souza Bulle Oliveira
Graduação em Medicina – UNIFESP
Especialização em Residência Médica em Neurologia – UNIFESP
Mestrado em Neurologia / Neurociências – UNIFESP
Doutorado em Neurologia / Neurociências – UNIFESP
Pós-Doutorado em Medicina – Columbia University

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